Curiosidades sobre o jatobá-do-Cerrado
- Bicho Nativo

- 17 de abr.
- 2 min de leitura
Atualizado: 4 de mai.
Do tupi "árvore com frutos duros", o jatobá-do-Cerrado (Hymenaea stignocarpa) é uma árvore típica e bastante representativa deste bioma. Apresenta importância ambiental, social e econômica.
Confira algumas curiosidades sobre esta espécie
Possui uma casca grossa, tronco tortuoso e folhas compostas com dois folíolos (bifolioladas). Seus frutos são legumes lenhosos e duros, medindo de 10 a 15 cm, que caem no chão quando maduros.
O chá da casca é indicado para problemas estomacais. A seiva e a resina (copal) são usadas em xaropes contra tosse, anemia e problemas pulmonares.
O pó dos frutos tem aroma peculiar, comparado a chulé por alguns, mas de sabor doce. É usado em pães, biscoitos, pudins e sorvetes.
É uma espécie de crescimento lento, essencial para a recuperação de áreas degradadas e muito valorizada pela sua madeira de alta densidade.
Importância Ambiental
O jatobá-do-Cerrado desempenha um papel crucial na preservação do bioma. Suas raízes profundas ajudam a estabilizar o solo, prevenindo a erosão. Além disso, a árvore fornece abrigo e alimento para diversas espécies de fauna local.
Usos Sustentáveis
A madeira do jatobá-do-Cerrado é altamente valorizada no mercado. É utilizada na construção civil e na fabricação de móveis. No entanto, é fundamental que a extração seja feita de forma sustentável, garantindo a preservação da espécie e do ecossistema.
Benefícios à Saúde
O jatobá-do-Cerrado não é apenas uma árvore bonita. Suas propriedades medicinais são amplamente reconhecidas. O chá da casca pode aliviar problemas estomacais, enquanto a seiva é um remédio natural para tosse e anemia. Incorporar o jatobá na dieta pode trazer benefícios à saúde.
Conclusão
O jatobá-do-Cerrado é uma árvore que merece atenção. Sua importância vai além da estética. Ela é vital para a saúde do bioma e oferece recursos valiosos. Ao respeitar e preservar essa espécie, você contribui para a sustentabilidade e a recuperação do Cerrado.
Fonte: Infoteca Embrapa.










Comentários